domingo, 24 de julho de 2011
E a minha metade de volta!
Já fazem alguns meses que minha rotina se faz só. Sem os telefonemas, sem as mensagens, sem aquela mão que me daria forças. Dos sonhos, das alegrias, das cumplicades, ao nada. Suportar esse mar que se criou é uma luta cotidiana. Dói! Recarrego minhas baterias todos os dias. Caio, levanto, choro, sorrio, finjo, realizo. Tantos são os por quês sem respostas. E o amor, para onde foi? Como deixar que o que você tinha de mais precioso conquistado entre uma pessoa e outra fosse embora dessa forma - ou que não fosse forte o suficiente para aguentar as nuances que a vida impõe - ? Será eu sonhadora demais? Ou terá sido covardia de quem se foi? E o que eu faço com aquela vida genial que me resta guardada aqui, dentro de mim? A minha vida, a minha rotina, da mesma forma que antes, só que sem ela. Tudo igual, tudo tão igual. Perturbações se afastam de mim, quando me protejo das lembranças, tudo com prazo de validade determinado. Uma hora tudo volta. Tudo volta...menos ela.
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