domingo, 31 de julho de 2011

Saudades!

Eu já não aguento mais, falar de amor, sofrer de amor, ouvir de amor. Meu amor está tão longe, ao mesmo tempo que está tão perto. Tudo gira e volta pro mesmo lugar: um nada. NADA muda! Tudo permanece igual e o meu coração se entristece com a falta que sente. Sei que meu amor vai ser pra sempre. Mas até quando posso suportar essa ausência? Estás a zombar de mim, dos meus sentimentos? Que faço para tirar esse peso que existe em ti? Este exagero de viver uma vida a dois. Não peço casamento! Peço suas mãos, nas minhas. Seu coração com o meu. Peço você na minha vida. Apenas!

domingo, 24 de julho de 2011

E a minha metade de volta!

Já fazem alguns meses que minha rotina se faz só. Sem os telefonemas, sem as mensagens, sem aquela mão que me daria forças. Dos sonhos, das alegrias, das cumplicades, ao nada. Suportar esse mar que se criou é uma luta cotidiana. Dói! Recarrego minhas baterias todos os dias. Caio, levanto, choro, sorrio, finjo, realizo. Tantos são os por quês sem respostas. E o amor, para onde foi? Como deixar que o que você tinha de mais precioso conquistado entre uma pessoa e outra fosse embora dessa forma - ou que não fosse forte o suficiente para aguentar as nuances que a vida impõe - ? Será eu sonhadora demais? Ou terá sido covardia de quem se foi? E o que eu faço com aquela vida genial que me resta guardada aqui, dentro de mim? A minha vida, a minha rotina, da mesma forma que antes, só que sem ela. Tudo igual, tudo tão igual. Perturbações se afastam de mim, quando me protejo das lembranças, tudo com prazo de validade determinado. Uma hora tudo volta. Tudo volta...menos ela.